Atualmente estamos assistindo aos terríveis ataques que o povo boliviano esta sofrendo, ataques estes promovidos pela elite racista da chamada Meia Lua(3 Estados, no qual tem a liderança de Santa Cruz de La Sierra). Este departamento é o mais rico da Bolivia, e sua maior fonte econômica é os recursos naturais provenientes do gás natural e petróleo. Esta região, históricamente sempre foi a que comandou politicamente a Bolivia, esta população é majoritariamente branca e sempre mostrou grande repulsa ao povo de etnia indígina que é a maioria da Bolivia.
Sabemos que com o apoio dos movimentos sociais populares e das diversas organizações dos trabalhadores, Evo Morales é o presidente da Bolivia. Diga-se de passagem, o primeiro de fato de origem indigína a governar o país. Isso já é o suficiente para a elite branca se manifestar contra tal governo, visto que Santa Cruz tem diversos grupos associados a Aliança Fascista da América Latina, no qual tem principios autoritários e anticomunistas. Mas o que a maioria da elite branca de Santa Cruz não aceita mesmo é que este governo da Bolivia é de esquerda e promove importantes ações, como a nacionalização do gás natural. Ainda é importante dizer, que no governo boliviano os movimentos sociais populares e diversas organizações dos trabalhadores têm espaços privilegiados.
Dentro deste quadro a luta de classes se acirra na Bolivia e nela o ódio racial de Santa Cruz de la Sierra, se mostra evidente, no qual ataques a comunidades indigínas e bairros pobres(indentificados como apoiadores do governo), estão sendo feitos, muitos confrontos violentos estão sendo promovidos, muitos trabalhadores estão sendo assassinados, no qual a principal organização responsável por tais atos é a chamada União Civil Crucenha.
Dentro deste quadro, todos nós lutadores da esquerda latino-americana, das diversas vertentes, devemos se unir para defendermos juntos, a soberania do povo boliviano, repudiarmos a tentativa de Golpe de Estado contra o Governo da Bolivia e ainda se unirmos a luta dos trabalhadores daquele país, pois acima de qualquer esforço governamental, apenas os trabalhadores podem derrotar em definitivo a elite fascista de Santa Cruz.
Esta elite, tem como objetivo a chamada autonomia(ou seja, burlar a constituição boliviana e ter seus privilégios econômicos restabelecidos), no qual o verdadeiro pano de fundo é o separatismo e o esfarelamento do Estado Nacional Boliviano, formar novos países na América do Sul. Não podemos admitir tal atitude, pois devemos se posicionar pela integração dos povos, no qual a estratégia de integração regional da nossa América Latina deve ser aumentada e conquistada. A elite branca da Bolivia ainda têm pleno apoio do governo dos Estados Unidos, no qual tem como seu ponto de apoio a velha e autoritária CIA.
Os últimos acontecimentos marcantes naquele país foram a morte de cerca de 30 trabalhadores, e ainda a expulsão do embaixador dos Estados Unidos, no qual o presidente Hugo Chaves em solidariedade ao povo boliviano, expulsou também da Venezuela o embaixador estadunidense, que também é acusado de conspiração na Venezuela.
Em nossas terras brasileiras, mais uma vez os meios de comunicação de grande porte, mostram seu conservadorismo e alinhamento com o imperialismo dos Estados Unidos, não só apóiam descaradamente os fascistas que agem contra o povo boliviano, como destorcem e manipulam as informações, tudo para isolar a Bolivia e a luta dos trabalhadores daquele país.
Porém no Brasil muitos ainda resistem a tais manipulações e diversos atos contra a tentativa de golpe na Bolivia serão promovidos, um importante meio de informações para tais atividades é o jornal Brasil de Fato, que esta fazendo uma cobertura especial da crise boliviana.
Nós lutadores e lutadoras da esquerda brasileira, com certeza devemos se juntar e se solidarizarmos a luta do povo boliviano contra o fascismo promovido pela elite daquele país, que aliás tem apoio de toda elite mundial.
Abaixo ao Golpismo Fascista na Bolivia
Viva a luta e resistência dos trabalhadores bolivianos
ATÉ A VITÓRIA SEMPRE, UNIDOS VENCEREMOS!!!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Quem tem medo de Makarenko?
Quem tem medo de Makarenko?
por Michelle Amaral da Silva — Última modificação 08/07/2008 11:35
Contribuidores: Cecília Luedemann
A burguesia com promotores de aluguel, e brigadas violentas, para a qual a chamada readequação pedagógica deve ser a destruição das escolas de qualidade
08/07/2008
Cecília Luedemann
www.agenciabrasildefato.com.br
Como autora de um livro “proibido” pelos promotores Luciano de Faria Brasil e Fábio Roque Sbardelotto, decidi escrever este artigo para me posicionar contra as medidas inconstitucionais e violentas do Ministério Público Estadual e da Brigada Militar do Rio Grande do Sul. Dentre outras “providências”, como impedir marchas, reprimir protestos, invadir acampamentos e assentamentos, os procuradores ainda propõem “a intervenção nas escolas do MST, a fim de tomar todas as medidas que serão necessárias para a readequação à legalidade, tanto no aspecto pedagógico quanto na estrutura de influência externa do MST.” Na chamada “readequação pedagógica”, os interventores criaram uma lista de livros “proibidos”, cujos autores conhecidos são intelectuais internacionalmente destacados, como Florestan Fernandes, Paulo Freire, Chico Mendes, José Martí e Che Guevara. E um educador também consagrado no campo da pedagogia, mas não tão conhecido pelo público leigo, considerado pelos “interventores” como um perigoso pedagogo soviético: Makarenko.
Mas, afinal de contas quem é esse tal? Anton Semionovich Makarenko (1888-1939), escritor e pedagogo ucraniano, é mundialmente respeitado por sua maior obra pedagógica: a organização da escola como coletividade, conhecida como Colônia Gorki, onde reeducou centenas de crianças e adolescentes, meninos e meninas, órfãos da guerra civil e ex-marginais, para assumirem o comando das próprias vidas.
Durante a efervescência cultural dos anos 1920, Makarenko criou uma escola organizada como coletividade autogestionária. A revolução gerada por ele no campo da sociologia da educação pode ser comparada àquela realizada por Lev Semyonovich Vigotski (1896-1934), na área da Psicologia da Educação, com a criação da teoria da “zona proximal” que considera o desenvolvimento da criança sempre mais lento que o aprendizado e defende a ação educativa como forma de antecipação social do conhecimento. A escola organizada como coletividade une as diferentes salas de aula, alunos e professores, em uma nova sociabilidade que garante um aprendizado significativo: o educando participa, decide e constrói sua própria educação.
Essa geração, impulsionada pela participação das massas no primeiro período da revolução soviética, entrou em confronto com as teorias espontaneístas, individualistas, que se baseavam apenas no desenvolvimento do indivíduo a partir das próprias forças ou, ainda, do nível em que este se encontrava, como naquela época, a teoria de Rousseau e hoje de Piaget. E o resultado foi surpreendente: a possibilidade de transformar os antigos explorados em verdadeiros cidadãos que participaram ativamente da construção da nova sociedade. Com formação científica, crítica e ativa, cultos e educados para a solidariedade, essa nova geração tornou-se a prova de que mesmo os povos mais atrasados economicamente poderiam conquistar outros patamares da vida cultural e científica, se a escola fosse organizada como coletividade.
Quando escrevi “Makarenko: Vida e obra” tomando como base minha dissertação de mestrado (orientada pela professora Mirian Jorge Warde, pela PUC/SP, em 1994) tinha clareza das contribuições que esse livro poderia dar para a formação de pedagogos, educadores e educandos que lutam por uma escola pública de qualidade. Mas, em especial, para os do MST que, como a Unesco já mostrou por meio de prêmios e convênios, é o movimento social que tem contribuído para a garantia do direito à educação do campo. Já na terceira edição esgotada, “Makarenko: Vida e obra” responde tanto às necessidades das escolas públicas em crise, quanto à crise de reeducação de crianças e jovens marginalizados. Ao invés da violência institucionalizada, nossos jovens têm o direito á educação de qualidade, como provou a experiência de Makarenko nas primeiras décadas do século 20.
Quem tem medo de Makarenko? A burguesia, cujo projeto de Brasil não permite a formação de um povo culto e livre. Para eles, armados com seus promotores de aluguel, e suas brigadas violentas, a chamada readequação pedagógica deve ser a destruição das escolas de qualidade para o povo. Escolas sem bibliotecas, salas de aula sem livros, educadores mal remunerados, desestimulados e sem tempo para formação acadêmica, educandos proibidos de participar e decidir sobre a vida de sua escola: essa é a readequação pedagógica apregoada por promotores ultradireitistas em terras gaúchas. Na contramão da história proíbem o livro de Makarenko, um dos pedagogos mais conhecidos e respeitados ainda hoje, porque representa a escola que cultiva o gosto pela participação, pela ciência, pela produção cultural, pelo respeito ao ser humano... “Um povo instruído será sempre forte e livre”, José Martí.
Cecília Luedemann, jornalista e educadora, é autora do livro Anton Makarenko: Vida e obra – A pedagogia da revolução (Expressão Popular).
por Michelle Amaral da Silva — Última modificação 08/07/2008 11:35
Contribuidores: Cecília Luedemann
A burguesia com promotores de aluguel, e brigadas violentas, para a qual a chamada readequação pedagógica deve ser a destruição das escolas de qualidade
08/07/2008
Cecília Luedemann
www.agenciabrasildefato.com.br
Como autora de um livro “proibido” pelos promotores Luciano de Faria Brasil e Fábio Roque Sbardelotto, decidi escrever este artigo para me posicionar contra as medidas inconstitucionais e violentas do Ministério Público Estadual e da Brigada Militar do Rio Grande do Sul. Dentre outras “providências”, como impedir marchas, reprimir protestos, invadir acampamentos e assentamentos, os procuradores ainda propõem “a intervenção nas escolas do MST, a fim de tomar todas as medidas que serão necessárias para a readequação à legalidade, tanto no aspecto pedagógico quanto na estrutura de influência externa do MST.” Na chamada “readequação pedagógica”, os interventores criaram uma lista de livros “proibidos”, cujos autores conhecidos são intelectuais internacionalmente destacados, como Florestan Fernandes, Paulo Freire, Chico Mendes, José Martí e Che Guevara. E um educador também consagrado no campo da pedagogia, mas não tão conhecido pelo público leigo, considerado pelos “interventores” como um perigoso pedagogo soviético: Makarenko.
Mas, afinal de contas quem é esse tal? Anton Semionovich Makarenko (1888-1939), escritor e pedagogo ucraniano, é mundialmente respeitado por sua maior obra pedagógica: a organização da escola como coletividade, conhecida como Colônia Gorki, onde reeducou centenas de crianças e adolescentes, meninos e meninas, órfãos da guerra civil e ex-marginais, para assumirem o comando das próprias vidas.
Durante a efervescência cultural dos anos 1920, Makarenko criou uma escola organizada como coletividade autogestionária. A revolução gerada por ele no campo da sociologia da educação pode ser comparada àquela realizada por Lev Semyonovich Vigotski (1896-1934), na área da Psicologia da Educação, com a criação da teoria da “zona proximal” que considera o desenvolvimento da criança sempre mais lento que o aprendizado e defende a ação educativa como forma de antecipação social do conhecimento. A escola organizada como coletividade une as diferentes salas de aula, alunos e professores, em uma nova sociabilidade que garante um aprendizado significativo: o educando participa, decide e constrói sua própria educação.
Essa geração, impulsionada pela participação das massas no primeiro período da revolução soviética, entrou em confronto com as teorias espontaneístas, individualistas, que se baseavam apenas no desenvolvimento do indivíduo a partir das próprias forças ou, ainda, do nível em que este se encontrava, como naquela época, a teoria de Rousseau e hoje de Piaget. E o resultado foi surpreendente: a possibilidade de transformar os antigos explorados em verdadeiros cidadãos que participaram ativamente da construção da nova sociedade. Com formação científica, crítica e ativa, cultos e educados para a solidariedade, essa nova geração tornou-se a prova de que mesmo os povos mais atrasados economicamente poderiam conquistar outros patamares da vida cultural e científica, se a escola fosse organizada como coletividade.
Quando escrevi “Makarenko: Vida e obra” tomando como base minha dissertação de mestrado (orientada pela professora Mirian Jorge Warde, pela PUC/SP, em 1994) tinha clareza das contribuições que esse livro poderia dar para a formação de pedagogos, educadores e educandos que lutam por uma escola pública de qualidade. Mas, em especial, para os do MST que, como a Unesco já mostrou por meio de prêmios e convênios, é o movimento social que tem contribuído para a garantia do direito à educação do campo. Já na terceira edição esgotada, “Makarenko: Vida e obra” responde tanto às necessidades das escolas públicas em crise, quanto à crise de reeducação de crianças e jovens marginalizados. Ao invés da violência institucionalizada, nossos jovens têm o direito á educação de qualidade, como provou a experiência de Makarenko nas primeiras décadas do século 20.
Quem tem medo de Makarenko? A burguesia, cujo projeto de Brasil não permite a formação de um povo culto e livre. Para eles, armados com seus promotores de aluguel, e suas brigadas violentas, a chamada readequação pedagógica deve ser a destruição das escolas de qualidade para o povo. Escolas sem bibliotecas, salas de aula sem livros, educadores mal remunerados, desestimulados e sem tempo para formação acadêmica, educandos proibidos de participar e decidir sobre a vida de sua escola: essa é a readequação pedagógica apregoada por promotores ultradireitistas em terras gaúchas. Na contramão da história proíbem o livro de Makarenko, um dos pedagogos mais conhecidos e respeitados ainda hoje, porque representa a escola que cultiva o gosto pela participação, pela ciência, pela produção cultural, pelo respeito ao ser humano... “Um povo instruído será sempre forte e livre”, José Martí.
Cecília Luedemann, jornalista e educadora, é autora do livro Anton Makarenko: Vida e obra – A pedagogia da revolução (Expressão Popular).
MST x Perseguição Política
Neste mês de julho assistimos a mais uma atitude repressiva da elite brasileira, a perseguição ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra. Mas uma vez usando o aparelho institucional através da injusta justiça gaúcha, o movimento foi duramente criminalizado, através dos dizeres que o movimento é subversivo e uma grande ameaça a segurança nacional do país. Com o vocabulário do período ditatorial militar no Brasil, a sugestão desta instância institucional é a dissolução do movimento. Bom como isto pode acontecer, dissolver o movimento? Só existe uma opção, que é a repressão policial e a perseguição política. Cabe aqui fazermos uma reflexão do próprio Estado de Direito Burguês que vivemos. Este estado diz em suas “bulas” ideológicas que sua primazia é a defesa das liberdades democráticas e o direito a resistência e expressão. Mas a verdade que mesmo essas poucas liberdades, podem ser pequenamente exercidas. Sabe-se e isso é nítido em nossos cotidianos, que a democracia é antagônica ao capitalismo, e este só aceita uma liberdade, que é a de mercado.
Comprar, vender, lucrar e explorar seres humanos, é a lógica da liberdade que os capitalistas tanto apregoam, seja na mais nova instituição repressora, que chamamos de Mídia burguesa ou em outros aparatos que esta classe social se organiza. Através de um trabalhado processo de alienação, esta consegue forjar a verdade dos acontecimentos, e manipular as pessoas para reproduzir suas opiniões, como um papagaio à moda antiga.
Com o MST não é diferente, este aguerrido movimento, de forma democrática á anos denúncia ás arbitrariedade dos capitalistas do meio rural brasileiro e latino americano, chamado pela Mídia de agronegócio. O MST, foi acusado de subversivo por estar portando na escola nacional Florestan Fernandes, livros deste mesmo autor homenageado pelo movimento, e outros escritos como o pedagogo soviético Antonio Makarenko e o brasileiro e renomado pedagogo Paulo Freire. Assim como no nazismo, a justiça gaúcha enquadra o MST e o acusa de criminoso, por estar portando livros, ou seja, o perigo a segurança nacional é ter acesso ao conhecimento e alimentar idéias. Mas ninguém diz que no Brasil o grande perigo, a segurança nacional, é por exemplo, a concessão à estranhas e desconhecidas ONGS no Amazonas, no projeto chamado FLONAS (florestas nacionais), que dá direito à exploração cientifica destas ONGS a cobiçada Floresta Equatorial, logo é importante entendermos que isso sim é um risco a segurança do país e ainda uma invasão estrangeira indireta ao território da floresta amazônica brasileira.
Mais uma vez o MST é perseguido pela elite brasileira, que sempre foi apoiada e servil ao imperialismo dos Estados Unidos, desta vez diferente das outras perseguições, o movimento é cassado explicitamente, e como na época da ditadura militar é sugerido a destruição do MST.
Em todo Brasil, movimentos de repúdio estão sendo promovidos, vários atos públicos estão acontecendo contra a injusta justiça gaúcha, e contra a justiça brasileira em geral, cúmplice a esta atitude repressora, mas como dizia o próprio professor Florestan Fernandes, “contra a idéia da força, a força das idéias”, por isso não devemos se calar a tal atitude e repressão.
Everton Souza
10/07/08
Comprar, vender, lucrar e explorar seres humanos, é a lógica da liberdade que os capitalistas tanto apregoam, seja na mais nova instituição repressora, que chamamos de Mídia burguesa ou em outros aparatos que esta classe social se organiza. Através de um trabalhado processo de alienação, esta consegue forjar a verdade dos acontecimentos, e manipular as pessoas para reproduzir suas opiniões, como um papagaio à moda antiga.
Com o MST não é diferente, este aguerrido movimento, de forma democrática á anos denúncia ás arbitrariedade dos capitalistas do meio rural brasileiro e latino americano, chamado pela Mídia de agronegócio. O MST, foi acusado de subversivo por estar portando na escola nacional Florestan Fernandes, livros deste mesmo autor homenageado pelo movimento, e outros escritos como o pedagogo soviético Antonio Makarenko e o brasileiro e renomado pedagogo Paulo Freire. Assim como no nazismo, a justiça gaúcha enquadra o MST e o acusa de criminoso, por estar portando livros, ou seja, o perigo a segurança nacional é ter acesso ao conhecimento e alimentar idéias. Mas ninguém diz que no Brasil o grande perigo, a segurança nacional, é por exemplo, a concessão à estranhas e desconhecidas ONGS no Amazonas, no projeto chamado FLONAS (florestas nacionais), que dá direito à exploração cientifica destas ONGS a cobiçada Floresta Equatorial, logo é importante entendermos que isso sim é um risco a segurança do país e ainda uma invasão estrangeira indireta ao território da floresta amazônica brasileira.
Mais uma vez o MST é perseguido pela elite brasileira, que sempre foi apoiada e servil ao imperialismo dos Estados Unidos, desta vez diferente das outras perseguições, o movimento é cassado explicitamente, e como na época da ditadura militar é sugerido a destruição do MST.
Em todo Brasil, movimentos de repúdio estão sendo promovidos, vários atos públicos estão acontecendo contra a injusta justiça gaúcha, e contra a justiça brasileira em geral, cúmplice a esta atitude repressora, mas como dizia o próprio professor Florestan Fernandes, “contra a idéia da força, a força das idéias”, por isso não devemos se calar a tal atitude e repressão.
Everton Souza
10/07/08
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Matéria interessante do site Midia Independente
A verdadeira operacão de "Resgate" de Ingrid Betancourt e os Mercenários Americanos
Para poder entender a "operacão de resgate" de Ingrid Betancourt e dos mercenários da empresa Northrop Grumman Corporation que foram soltos junto com ela, é necessário juntar as peças publicadas nos meios, filtrar o conteúdo e daí conseguir formar um verdadeiro entendimento dos fatos que aconteceram.
1. No dia 3 de Junho, a Senadora Colombiana Piedad Cordoba revelou que possuía informação de que o governo da Colômbia estava negociando um acordo com as FARC para trocar dinheiro pela liberdade de Betancourt e dos mercenários. A política oficial dos dois países, Colômbia e Estados Unidos, é de que eles "não negociam com terroristas," enquanto diversos líderes dos países da América Latina acusam o Presidente Uribe de apoiar os esquadrões da morte feitos por paramilitares e acusam os Estados Unidos por promover apoio e por garantir segurança a terroristas conhecidos, tal como Orlando Bosch e Luis Posada Carriles.
2. Observadores atentos começaram a questionar as estranhas circunstâncias que envolveram o acontecimento do "resgate dramático" de Ingrid Betancourt. Alguns homens vestindo camisetas do Che Guevara simplesmente apareceram e colocaram os reféns a bordo de um helicóptero? Se fosse assim tão fácil, por que não o fizeram anos atrás? A mídia francesa também estranhou o fato de que Betancourt não tinha a aparência desolada e faminta das imagens antes divulgadas de quando ainda estava no cativeiro - ela possuía uma aparência saudável e de ter sido bem alimentada, como se estivesse sido preparada para ser libertada.
Leia a matéria completa
Read the english version
comente essa matéria
Para poder entender a "operacão de resgate" de Ingrid Betancourt e dos mercenários da empresa Northrop Grumman Corporation que foram soltos junto com ela, é necessário juntar as peças publicadas nos meios, filtrar o conteúdo e daí conseguir formar um verdadeiro entendimento dos fatos que aconteceram.
1. No dia 3 de Junho, a Senadora Colombiana Piedad Cordoba revelou que possuía informação de que o governo da Colômbia estava negociando um acordo com as FARC para trocar dinheiro pela liberdade de Betancourt e dos mercenários. A política oficial dos dois países, Colômbia e Estados Unidos, é de que eles "não negociam com terroristas," enquanto diversos líderes dos países da América Latina acusam o Presidente Uribe de apoiar os esquadrões da morte feitos por paramilitares e acusam os Estados Unidos por promover apoio e por garantir segurança a terroristas conhecidos, tal como Orlando Bosch e Luis Posada Carriles.
2. Observadores atentos começaram a questionar as estranhas circunstâncias que envolveram o acontecimento do "resgate dramático" de Ingrid Betancourt. Alguns homens vestindo camisetas do Che Guevara simplesmente apareceram e colocaram os reféns a bordo de um helicóptero? Se fosse assim tão fácil, por que não o fizeram anos atrás? A mídia francesa também estranhou o fato de que Betancourt não tinha a aparência desolada e faminta das imagens antes divulgadas de quando ainda estava no cativeiro - ela possuía uma aparência saudável e de ter sido bem alimentada, como se estivesse sido preparada para ser libertada.
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segunda-feira, 23 de junho de 2008
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